quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

O Verdadeiro Natal: Jesus.



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A Verdade sobre o Natal


As comemorações natalinas acontecem e julgo oportuno compartilhar deste tema com todos do Corpo do Messias. Inicialmente gostaria de afirmar bem claro que não tenho a menor intenção em agredir suas tradições e seus costumes quanto à comemoração do natal, quer pelos católicos, protestantes, evangélicos, espíritas e por qualquer outra forma mesmo que ela não esteja filiada a uma religião denominada cristã. Mesmo nos países orientais de religião predominantemente budista muitos celebram a festa de natal.



Portanto, o objetivo de minha mensagem é esclarecer os fatos históricos, confrontar tradições e costumes com os ensinamentos bíblicos e deixar que cada leitor tire suas próprias conclusões, sem com isto, querer impor à ninguém aceitar meu ponto de vista.
Se você ler esta mensagem com este espírito com certeza tirará bom proveito.
Pensando bem, o que é o Natal?


Nesta época é comum enfeites nas portas das casas e no seu interior grandes ou pequenas árvores de Natal. Decorações nas ruas da cidade com bolas coloridas variadas, perus, leitões recheados, patos, gansos, muitas nozes, castanhas, passas de uvas, whiskys, champanhe, etc., não faltam para um família de classe média-alta. Enfim, todos dão um jeitinho, nem que seja comer um franguinho com farofa.


Às vezes acontece que muitas pessoas gastam muito dinheiro e herdam uma grande dívida para ser paga em suaves prestações no ano que vem, pois afinal, quem recebe um presente de natal se vê quase na obrigação de retribuir, tudo bem! Mas, quando não se pode, a coisa se complica e constrange até mesmo numa humilhação.


Para as pobres crianças de rua é tempo de tentação, pois vêem presentes e guloseimas expostas nas vitrines das lojas e fica por isso mesmo. Mas com certeza, as esmolas neste tempo se dobram também, pois é Natal. Afinal vamos dar uma trégua às dificuldades e problemas; vamos esquecer um pouquinho das coisas ruins, nos alegrando com a família, desejando a todos um “feliz natal” cheio de saúde, muita paz, e porque não dizer “boas festas”.


Mas afinal, o que se comemora no Natal? Muitos dirão: “Comemora-se o nascimento de Jesus Cristo”. Mesmo para a maioria dos cristãos o que isto significa não é muito fácil de se entender.
Mas atualmente, até o Japão que é um país budista, comemora também o Natal. Então se pergunta: “Que espírito é este do Natal”?


Com toda consideração ao leitor, gostaria de compartilhar um pouco sobre as origens da festa natalina, pois não temos a intenção de criticá-lo ou tão pouco condená-lo porque você ainda comemora o Natal. Mas a verdadeira intenção é que você entenda o verdadeiro sentido do Natal, suas tradições e costumes, a fim de que você como salvo no Messias, esteja livre de todo paganismo do mundo moderno.


Se pesquisarmos um pouco, veremos que o Natal atual tem todas as características de uma festa pagã. Vejamos alguns exemplos:


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Oráculo de Zeus - O Carvalho de Dodona




Pinheiros, carvalhos e lugares altos:


Os escandinavos adoravam árvores e sacrifícios eram feitos debaixo das árvores ao deus Thor. A Enciclopédia Barsa descreve que a árvore de Natal tem origem germânica, datando do tempo de São Bonifácio (800 d.C.). Os pagãos germânicos faziam sacrifícios ao carvalho sagrado de Odim (demônio das tempestades) e ao seu filho Thor.

O ato de cortar as árvores para enfeitá-las é bem antigo. Vejamos o que diz o profeta Jeremias
(10:3 e 4): “… porque os costumes dos povos são vaidades, pois cortam do bosque um madeiro,
obra das mãos do artífice, com machado. Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam para que não se movam…”. Quando os pagãos se tornaram cristãos, normalmente sem uma profunda experiência com Yeshua ( Jesus), levaram consigo todos os costumes pagãos.


Escultura do séc. 9 a.C. , palácio de Ashur-Nasir-pal II, em Nimrud - Assíria (atual Iraque). Pode-se ver Ashur-Nasir-pal II e um espírito protetor tomar parte em rito do "pinheiro".


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Presépio:


Foi instituído no século XIII por Francisco de Assis, que quis representar o cenário no qual Yeshua nasceu. É sabido que Francisco de Assis propositalmente coloca em seu presépio o “boi” e o “jumento” (animais que tradicionalmente fazem parte de qualquer presépio) como uma alusão à “ignorância” do judeu, remetendo ao texto de Is 1:3 “O boi conhece o seu possuidor, e o jumento, o dono da sua manjedoura; mas Israel não tem conhecimento, o meu povo não entende”. (Is 1:3). Um claro elemento de antissemitismo sutilmente introduzido em todo presépio até os dias de hoje.



Presépio no Santuário de Fátima - Fátima - Portugal (nota-se o boi e o jumento sempre presentes)
Papai Noel, em francês, significa Natal. Porém, esta palavra não consta na Bíblia e sua origem, conforme minha pesquisa, é incerta. Há contudo, aqueles que ligam o mito Papai Noel com a lenda de São Nicolau, Bispo de Mira, na Ásia Menor, no século IV. A Holanda o escolheu como patrono das crianças e neste dia era costume dar presentes. Este costume, então, se espalhou pela Europa. Os noruegueses criam que a deusa Hertha aparecia na lareira e trazia consigo sorte para o lar. A lenda conta que as crianças colocavam seus sapatinhos na janela e São Nicolau passava de noite colocando chocolates e caramelos dentro dos sapatos. Tudo isto foi descaracterizando o verdadeiro espírito do Natal.


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São Nicolau, bispo de Myra - santo homenageado pelos gregos e latinos no dia 6 de dezembro. Uma lenda da sua outorga sub-reptícia de dotes sobre as três filhas de um cidadão empobrecido deu origem ao velho costume de dar presentes em secreto na véspera de São Nicolau.






Nascimento de Jesus:


Até o ano 300 d.C. o nascimento de Yeshua era comemorado pelos cristãos em diferentes datas.
No ano 354 d.C. o papa Libério, sendo imperador romano Justiniano, ordenou que os cristãos celebrassem o nascimento de Yeshua no dia 25 de dezembro. Provavelmente, ele escolheu esta data porque em Roma já se comemorava neste dia o dia de Saturno, ou seja, a festa chamada Saturnália. A religião mitraica dos persas (inimiga dos cristãos) comemorava neste dia o NATALIS INVICTI SOLIS, ou seja, “O Nascimento do Sol Vitorioso”.


Mosaico de Jesus Cristo retratado como Sol, ou "deus Sol", no Mausoléu "M" na necrópole pré-quarto século sob a Basílica de São Pedro, em Roma. É nomeado "Christo Sole" (Cristo, o Sol) e é datado do final do século terceiro pelos arqueólogos italianos. Os deuses continuam os mesmos, só os nomes são alterados.


Na tentativa de “cristianizar” cultos pagãos, o clero da era das trevas (de Constantino até a Idade Média) tentou de todas as formas conciliar o paganismo com o cristianismo. Um bom exemplo disto foi a criação dos santos católicos, substituindo as festas e padroeiros pagãos. Vênus, deusa do amor; Ceres, deusa da colheita; Netuno deus do Mar; assim como São Cristovão é o padroeiro dos viajantes; Santa Bárbara, protetora dos trovões e o famoso Santo Antônio é o padroeiro do casamento.

É interessante notar que vários “pais” da Igreja católica deixaram registros de exortação contra as práticas pagãs dos recém-convertidos “cristãos” do império romano. Sobre o antigo costume romano de se pendurar coroas de flores (girlandas) nas portas das casas, Tertuliano (160 – 220 d.C.), escreveu para os cristãos:  ”Se vocês renunciaram aos templos, não transformem as vossas portas e as vossas casas em templos“. (A Idolatria – séc. III d.C)







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No Brasil ainda foi muito pior quando os santos se misturaram com os demônios e guias do candomblé, umbanda, vodu, etc.


Paulo, na carta aos romanos (1.25) diz que mudaram a verdade de Deus em mentira.
Afinal, quando nasceu Jesus? Que Creio eu, ser uma verdade revelada – Hb 1.1



Lucas foi o evangelista mais minucioso. Vejamos algumas passagens:

Lucas 2.8 – diz que haviam pastores guardando seus rebanhos durante as vigílias da noite. O inverno em Israel é rigoroso e isto é pouco provável que tenha acontecido no inverno.


Lucas 2.1 – diz que César Augusto convocou um recenseamento para o povo judeu. É pouco provável que realizariam um recenseamento no inverno, onde povo deveria percorrer a pé ou no máximo em lombo de animal, grandes distâncias durante o inverno. Além do mais, Yosef (José) não iria expor uma mulher grávida a andar a céu aberto nestas condições.


Lucas 1.5 – diz que naquele exato momento Zacarias servia no templo como sacerdote no turno de ABIAS. Isto é, os sacerdotes se revezavam no templo em turnos, (cada turno tinha um nome; ABIAS era o 8º turno, sendo portanto, um dos 24 turnos de revezamento dos sacerdotes).

Lucas 1.8,9 e 13 – diz que neste exato momento Zacarias recebe a anunciação do nascimento de Yohanam Ben Zechariah (João Batista – filho de Zacarias).

Lucas 1.23 e 24 – diz que Isabel estava grávida de João Batista.

Vejamos, portanto, quando realmente Yeshua(Jesus) nasceu. Analisando atentamente alguns versículos bíblicos, podemos concluir que Yeshua não nasceu em dezembro e sim nos prováveis meses de setembro ou quando muito outubro, meses em que os judeus comemoravam a Festa dos Tabernáculos, como diz João 1.14: “… e a Palavra se fez carne e habitou entre nós…”, “habitou” no original grego é ‘skenesei’ que se traduz como ‘TABERNACULOU’.

Êxodo 12.1 e 2 e Deuteronômio 16.1 – mencionam que a Páscoa é a principal festa do ano e acontece no primeiro mês.

Êxodo 23.15 – diz que Aviv é o primeiro mês do calendário religioso judeu (bíblico).

I Crônicas 24.7-10 – diz que os sacerdotes se revezavam em turnos de dois turnos/mês e que ABIAS era o oitavo turno.

Qual é, portanto, a dedução lógica para descobrir o mês do nascimento de Yeshua (Jesus)?
Nosso Deus, é um Deus lógico e para Ele não há coincidências. É bem provável que o primeiro turno dos sacerdotes deveria começar no primeiro mês religioso do calendário judaico, por quê? Imaginem, se os sacerdotes faziam rodízio para servir no templo, eles deveriam ter um mês de referência para que, antecipadamente, pudessem conhecer seus respectivos turnos e meses nos quais eles (os 24 sacerdotes) fariam o revezamento.

E é bem lógico que eles escolheriam o mais importante dos meses judaicos, que era o primeiro mês, Aviv, no qual se comemora Páscoa. Então, se isto é lógico e aceitável, não restam dúvidas que o turno de ABIAS de Zacarias que era o oitavo da escala e coincidiu com o mês chamado TAMUZ. Ora, a Bíblia diz que poucos dias após Zacarias ter recebido a anunciação do anjo sobre o nascimento de João Batista (Yohanam Ben Zechariah), Isabel, sua mulher ficou grávida.

Lucas 1.25 e 36 – diz que estando Isabel no 6º mês de gravidez (mês de Tevet), foi ela visitada por Miriam (Maria mãe de Yeshua) que acabara de ficar grávida. Ora, se contarmos 6 meses no calendário judaico vamos concluir que Maria ficou grávida de Yeshua no mês de TEVET e, se contarmos nove meses a partir de TEVET chegaremos à conclusão que Yeshua HaMashiach (Jesus o Messias) nasceu nos meses de setembro ou no mais tardar em outubro, meses estes que coincidem sempre com o mês do calendário judaico de Tishrei (7º mês do calendário), no qual os judeus comemoram a Festa dos Tabernáculos.

O Calendário judaico é lunar e por isso há diferença entre os meses do calendário gregoriano, que é baseado no sistema solar.

À propósito, no jornal “Estado de Minas” do dia 16 de dezembro de 1990, foi publicada uma matéria pelo Prof. Nelson Travnik, do observatório Municipal de Campinas – SP, que os computadores já calcularam com base em dados astronômicos, que a data provável do nascimento de “cristo” foi em 15 de Setembro do ano 7 E.C.

Não tenho ferramentas ou argumentos científicos para endossar essa data e nem tão pouco informação Bíblica para contradizê-la. Mas, uma coisa eu sei, esta publicação veio exatamente confirmar essa mensagem, na qual eu já cria pela fé e por meio dos fatos bíblicos e históricos aqui mencionados.



Conclusão:

Fique, portanto, no coração de cada um esta mensagem. Ore a Deus, peça para entendê-la bem. Julgue também a Palavra. Mas, tenho certeza que grande libertação virá na sua vida e com certeza você se sentirá mais livre das tradições mundanas, não sendo cúmplice e nem comungando com outros “espíritos” os quais não testemunham da verdade, que é o próprio Jesus!





Seja sábio! Não saia agora por aí condenando tudo e todos,

Seja sábio e autêntico! Você nasceu para ser luz onde há trevas.



Na Verdadeira Paz do Senhor. Amém.



Fontes: Nova Sião.

domingo, 2 de novembro de 2014

Dia de Finados: O que diz a Bíblia?






No dia 2 de novembro se celebra o culto aos mortos ou o dia de Finados. Qual a origem do culto aos mortos ou do dia de Finados?

O dia de Finados só começou a existir a partir do ano 998 DC. Foi introduzido por Santo Odilon, ou Odílio, abade do mosteiro beneditino de Cluny na França. Ele determinou que os monges rezassem por todos os mortos, conhecidos e desconhecidos, religiosos ou leigos, de todos os lugares e de todos os tempos. Quatro séculos depois, o Papa, em Roma, na Itália, adotou o dia 2 de novembro como o dia de Finados, ou dia dos mortos, para a Igreja Católica.




Como chegou aqui no Brasil essa celebração de 2 de novembro ser celebrado o dia de Finados?

O costume de rezar pelos mortos nesse dia foi trazido para o Brasil pelos portugueses. As igrejas e os cemitérios são visitados, os túmulos são decorados com flores, e milhares de velas são acesas.




Tem apoio bíblico essa tradição de se rezar pelos mortos no dia 2 de novembro? Como um cristão bíblico deve posicionar-se no dia de Finados?

Nada de errado existe quando, movidos pelas saudades dos parentes ou pessoas conhecidas falecidas, se faz nesse dia visita os cemitérios e até mesmo se enfeitam os túmulos de pessoas saudosas e caras para nós. Entretanto, proceder como o faz a maioria, rezando pelos mortos e acendendo velas em favor das almas dos que partiram tal prática não encontra apoio bíblico.



A maioria das pessoas que visitam os cemitérios no dia de Finados está ligada à religião católica. Por que os católicos fazem essa celebração aos mortos com rezas e acendendo velas junto aos túmulos?

Porque segundo a doutrina católica, os mortos, na sua maioria estão no purgatório e para sair mais depressa desse lugar, pensam que estão agindo corretamente mandando fazer missas, rezas e acender velas. Crêem os católicos que quando a pessoa morre, sua alma comparece diante do arcanjo São Miguel, que pesa em sua balança as virtudes e os pecados feitos em vida pela pessoa. Quando a pessoa não praticou más ações, seu espírito vai imediatamente para o céu, onde não há dor, apenas paz e amor. Quando as más ações que a pessoa cometeu são erros pequenos, a alma vai se purificar no purgatório.



Existe base bíblica para se crer no purgatório, lugar intermediário entre o céu e o inferno?

Não existe. A Bíblia fala apenas de dois lugares: céu e inferno. Jesus ensinou a existência de apenas dois lugares. Falou do céu em Jo 14 : 2-3 e falou do inferno em Mt 25 : 41.



Segundo a Bíblia o que acontece com os seres humanos na hora da morte?

No livro de Hebreus 9.27 se lê que após a morte segue-se o juízo. E Jesus contou sobre a situação dos mortos Lc 16.19-31. Nessa parte bíblica destacamos quatro ensinos de Jesus: a) que há consciência após a morte; b) existe sofrimento e existe bem estar; c) não existe comunicação de mortos com os vivos; d) a situação dos mortos não permite mudança. Cada qual ficará no lugar da sua escolha em vida. Os que morrem no Senhor gozarão de felicidade eterna (Ap 14.13) e os que escolheram viver fora do propósito de Deus, que escolheram o caminho largo (Mt 7.13-14) irão para o lugar de tormento consciente de onde jamais poderão sair.



Fora a crença sobre o estado dos mortos de católicos e evangélicos, existem outras formas de crer sobre a situação dos mortos. Pode indicar algumas formas de crer?

Sim.

A) os espíritas crêem na reencarnação. Reencarnam repetidamente até se tornarem espíritos puros. Não crêem na ressurreição dos mortos.

B) os hinduístas crêem na transmigração das almas, que é a mesma doutrina da reencarnação. Só que os ensinam que o ser humano pode regredir noutra existência e assim voltar a este mundo como um animal ou até mesmo como um inseto: carrapato, piolho, barata, como um tigre, como uma cobra, etc.

C) os budistas crêem no Nirvana, que é um tipo de aniquilamento.

D) As testemunhas de Jeová crêem no aniquilamento. Morreu a pessoa está aniquilada. Simplesmente deixou de existir. Existem 3 classes de pessoas: os ímpios, os injustos e os justos. No caso dos ímpios não ressuscitam mais. Os injustos são todos os que morreram desde Adão. Irão ressuscitar 20 bilhões de mortos para terem uma nova chance de salvação durante o milênio. Se passarem pela última prova, poderão viver para sempre na terra. Dentre os justos, duas classes: os ungidos que irão para o céu, 144 mil. Os demais viverão para sempre na terra se passarem pela última prova depois de mil anos. Caso não passem serão aniquilados.

E) os adventistas crêem no sono da alma. Morreu o homem, a alma ou o espírito, que para eles é apenas o ar que a pessoa respira, esse ar retorna à atmosfera. A pessoa dorme na sepultura inconsciente.



Como se dará a ressurreição de todos os mortos?

Jesus ensinou em Jo 5.28,29 que todos os mortos ressuscitarão. Só que haverá dois tipos de ressurreição; para a vida, que ocorrerá mil anos antes da ressurreição do Juízo Final. A primeira ressurreição se dará por ocasião da segunda vinda de Cristo, no arrebatamento. (1 Ts 4.16,17; 1 Co 15.51-53). E a ressurreição do Juízo Final como se lê em Apocalipse 20.11-15.



Após a morte vem o juízo. Além da decomposição do corpo que segue a morte (o corpo físico volta aos seus elementos físicos constituintes - " ... porque tu és pó e ao pó tornarás" [Gênesis 3:19]), qualquer tipo de negócio aqui na terra chega ao fim, e não pode haver qualquer outro envolvimento nas coisas da vida (Eclesiastes 9:10). Os mortos não têm sabedoria para oferecer àqueles que os consultam no Dia dos Mortos, nem são capazes de ouvir e responder às orações que lhes são oferecidas.

No Dia dos Mortos, cada celebrante que invoca as almas dos que já partiram estão participando de um pecado abominável e totalmente inútil (Deuteronômio 18:10-12). Apenas Um é digno e poderoso o suficiente para invocar os mortos, e Ele vai chamá-los à ressurreição da condenação (João 5: 28-29). Aqueles que morreram em Cristo não estão realmente mortos, uma vez que vão imediatamente à presença do Senhor; a Bíblia diz que esses "dormem". A morte é certamente dolorosa para aqueles que não têm esperança e estão sem Cristo (1 Tessalonicenses 4:13). No entanto, nós que conhecemos ao Senhor somos incentivados pelo conhecimento de que assim como Jesus morreu e ressuscitou, assim, através de Jesus, Deus trará com Ele aqueles que dormem. "Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras" (1 Tessalonicenses 4:16-18). Esta é a verdade!

A Palavra de Deus nos adverte em Isaías 8:19 a não consultar os espíritos e adivinhadores: "... não consultará o povo ao seu Deus? A favor dos vivos se consultarão os mortos?" Deuteronômio 18:10-11 nos diz que aqueles que consultam os mortos são "detestáveis" ao Senhor. O fato de que a UNESCO oficializou a celebração do Dia do Morto como sendo uma "obra-prima do patrimônio oral e imaterial da humanidade" não altera o fato de que, de acordo com os padrões bíblicos, os Cristãos não devem ter nada a ver com esses mitos (1 Tim. 4 : 7; ver 1:4).

Segundo a UNESCO, as diversas manifestações do Dia dos Mortos são "representações importantes do patrimônio vivo da América e do mundo"; contudo, com todo o respeito devemos declarar as razões bíblicas por que esta comemoração tradicional é espiritualmente nociva e ofensiva. Quando qualquer tradição ou costume é contrária à vontade de Deus expressa na Sua Palavra, não pode haver nenhuma justificativa para honrar e preservá-la. Na verdade, aqueles que a defendem estão estupidamente provocando a ira de Deus (2 Crônicas 33:6). Como já vimos, a Bíblia nos adverte a não consultar (ou fazer perguntas) aos mortos, como muitas vezes é feito no Dia dos Mortos. Em resumo, o povo de Deus deve separar-se das práticas pecaminosas exercitadas nesse ou qualquer outro dia e assim evitar a ira que virá sobre aqueles que as praticam (Apocalipse 18:4).

A missão primária da Igreja é alcançar a todas as culturas e grupos étnicos e fazer discípulos, batizando-os e ensinando-os a observar tudo o que Cristo ordenou (Mateus 28:19-20), até que cada membro do corpo de Cristo esteja de acordo com a imagem do Senhor Jesus (Gálatas 4:19). E enquanto seria bom seguir o exemplo do apóstolo ao tornar-se tudo para todas as pessoas, para que seja possível salvar alguns, isso não significa que seja permissível mudar a mensagem (o evangelho). Pelo contrário, devemos nos humilhar e confiar que Deus vai usar Sua Palavra não diluída para trazer a bênção de salvação para aqueles fora da fé (1 Coríntios 9:22-23). Não devemos participar da alteração criativa do evangelho para remover os seus aspectos de confronto, mas apresentá-lo na sua pureza, embora saibamos que isso vai invariavelmente ofender algumas pessoas, e estas acabarão acusando o verdadeiro evangelista de ser intolerante. Isto não é uma surpresa, pois o evangelho sempre foi uma pedra de tropeço para muitos.

O Dia dos Mortos vai de encontro ao evangelho da verdade encontrado na Escritura. Como tal, deve ser evitado por ser mais uma manifestação das mentiras de Satanás que "anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar" (1 Pedro 5:8).



Fonte: Estudos bíblicos da internet.

domingo, 20 de abril de 2014

Cristo Vive, nossa Herança e Esperança de Salvação.






As religiões têm muitas versões para a ressurreição de Jesus.

Eis algumas:

Versão I : “Que ele teria ressuscitado em espírito, simulando a sua aparição para dar a entender aos discípulos que tinha ressuscitado.”

Versão II : “Que ele não morreu na cruz, só desmaiou e, colocado na sepultura, acordou dias depois, e saiu andando dali.”

Versão III : “Que os seus discípulos furtaram o cadáver, enterraram em outro lugar, e saíram contando às pessoas que ele havia ressuscitado.”

Versão IV: “Que o próprio Deus retirou o seu cadáver da sepultura e o guardou para o dia do Juízo Final, quando então o mostrará morto aos pecadores, que terão a chance de recebê-lo.”



Sei que há outras versões ainda, mas citei estas apenas para ilustrar a polêmica da sua ressurreição.


Na verdade, nem os discípulos acreditavam que ele havia ressuscitado, mesmo com as mulheres insistindo que o tinham visto vivo, abraçado seus pés e conversado com ele.



Por isso, transcrevo a seguir os relatos cruzados dos evangelistas, que descrevem a sua primeira aparição aos discípulos, naquele domingo à tarde:

“Enquanto ainda falavam nisso, na tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando os discípulos reunidos com as portas cerradas por medo dos judeus, o mesmo Jesus se apresentou no meio deles e disse-lhes:

– Paz seja convosco.


Mas eles, espantados e atemorizados, pensavam que viam algum espírito.


Ele, porém, lhes disse:

– Por que estais perturbados? E por que surgem dúvidas em vossos corações? Olhai as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo. Apalpai-me e vede; porque um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho.


E, dizendo isso, mostrou-lhes as mãos, os pés e o lado. Alegraram-se, pois, os discípulos ao verem o Senhor. Disse-lhes, então, Jesus segunda vez:

– Paz seja convosco.


Não acreditando eles ainda por causa da alegria, e estando admirados, perguntou-lhes Jesus: Tendes aqui alguma coisa que comer?

Então lhe deram um pedaço de peixe assado e um favo de mel, o que Ele tomou e comeu diante deles. E lançou-lhes em rosto a sua incredulidade e dureza de coração, por não haverem crido nos que o tinham visto já ressuscitado.

Depois lhes disse:
– São estas as palavras que vos falei, estando ainda convosco, que importava que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos.

Então lhes abriu o entendimento para compreenderem as Escrituras.

E disse-lhes:
– Assim está escrito que o Cristo padecesse e ao terceiro dia ressuscitasse dentre os mortos; e que em seu Nome se pregasse o arrependimento para remissão dos pecados, a todas as nações, começando por Jerusalém. Vós sois testemunhas destas coisas. Assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós.


E havendo dito isso, assoprou sobre eles e disse-lhes:
– Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, são-lhes perdoados; e àqueles a quem os retiverdes, são-lhes retidos.

(Confira a exatidão da transcrição e do entrelaçamento dos textos:
Lucas 24:36a;
João 20:19a;
Lucas 24:36b-40; 
João 20:20b-21a;
Lucas24:41-43;
Marcos 16:14b;
Lucas24:44-48;
João 20:21b-23)

Vamos analisar o relato acima, parte por parte:

O Mesmo Jesus se apresentou no meio deles. O relato faz questão de frisar que não foi outro Jesus, mas “o mesmo” que os discípulos conheciam há três anos e “o mesmo” que morreu na Cruz.



Estando os discípulos reunidos, com as portas fechadas. O corpo ressuscitado de Jesus tem uma nova e desconhecida estrutura molecular, porque preserva a carne e os ossos, mas consegue aparecer e desaparecer quando bem entende. Aqui, o Senhor entrou no recinto, com as portas e janelas trancadas.


Pensavam que viam algum espírito. Pensamento que persiste até hoje em muitas religiões, que acreditam que Jesus ressuscitou apenas “em espírito”. Seria isso possível?



Por que surgem dúvuidas em vosso coração? O próprio Jesus desfaz tal pensamento. Se Ele afirmasse que não é um espírito, quando o fosse, então estaria mentindo. E ele seria como o pai da mentira. Mas sabemos que Ele nunca mentiu. A profecia de Isaías diz: “E puseram a sua sepultura com os ímpios, e com o rico na sua morte; ainda que nunca cometeu injustiça, nem houve engano na sua boca”
(Isaías 53:9).

E Ele mesmo diz: “O que usa de engano não ficará dentro da minha casa; o que fala mentiras não estará firme perante meus olhos” (Salmo 101:7). Também as testemunhas que conviveram com Ele por três anos garantem: “Ele nunca cometeu pecado, nem se achou engano na Sua boca”
(I Pedro 2:22).



O próprio Jesus se esforçou para provar aos discípulos que era Ele mesmo: “o mesmo” que tinha morrido na Cruz, e que havia ressuscitado. E, para provar que não era um espírito, Jesus, como Advogado dos advogados, apresentou:


Cinco Provas Admitidas da Ressureição de Cristo:


I  Prova Pericial:  Olhai as minhas mão e meus pés.
Jesus exibe as marcas recentes dos cravos que atravessaram as Suas mãos e os Seus pés. É o Laudo Necroscópico escrito na carne e, pela primeira vez na História da Humanidade, o próprio “cadáver” expõe e registra as conclusões da perícia.

II Prova Testemunhal : Sou eu mesmo.
Jesus nunca mentiu e jamais mentirá. Ele afirma que aquele corpo é o Dele mesmo. Não é um outro corpo emprestado, parecido ou semelhante. Não é uma teofania. Jesus não simula a Sua Ressurreição em carne, porque Ele mesmo disse: “EU SOU a Ressurreição e a Vida” (João 11:25).

III Prova Material: Apalpai-me e vede; porque um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho.
Jesus contesta que “ressuscitou em espírito” e apresenta o Seu próprio Corpo como prova inegável de que ressuscitou em carne e ossos. Mostrou-lhes as mãos, os pés e o lado. Exibe, inclusive, o ferimento que Lhe fizeram com a lança, depois de morto.

IV Prova Técnica: Tendes aqui alguma coisa que comer?
Jesus não precisava comer. “Comeu diante deles” para provar que não era um espírito e que o Seu Corpo tem substância. Quando os supersticiosos oferecem galinhas, farofas e pingas aos espíritos, por acaso eles comem e bebem? Claro que não! E por que não? Porque um espírito não pode comer!

V Prova Documental : Importava que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na lei de Moisés, nos Profetas e Salmos.


Jesus apresenta farta documentação escrita, constante nas Escrituras Sagradas, que narra toda Sua Vida e sofrimento em detalhes, bem antes de tudo acontecer. Quer só dois exemplos? Leia o Salmo 22 e Isaías 53. Provas documentais não podem ser contestadas.



... Estas provas, foram tão contundentes que ...



... os discípulos, antes medrosos, enfrentaram as autoridades eclesiásticas, políticas e militares que tentavam impedir a pregação do Evangelho e, mesmo diante de ameaças, torturas, prisões e açoites, os discípulos diziam:

“Não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido... É mais importante obedecer a Deus do que as autoridades.” (Atos 4:18-20, Atos 5:40-42).

Por causa da veracidade da Ressurreição, mantiveram o testemunho do que viram e enfrentaram a morte: Tiago morreu à espada, Estevão morreu apedrejado, Paulo foi decapitado, Pedro crucificado de cabeça para baixo.

Fosse a ressurreição de Jesus uma mentira dos apóstolos, algum deles, debaixo de tortura, teria confessado. Mas nenhum negou a fé, porque era fé viva no Cristo ressuscitado! Todos morreram afirmando: Ele ressuscitou e é o Juiz dos vivos e dos mortos!
(Atos  3:15, Atos  5:17-32, Atos  5:58-59, Atos 12:1-17,  II Timóteo 4:6).



Por que Tentam Negar a Ressureição de Cristo?


No domingo em que Jesus ressuscitou, os inimigos do Senhor investiram muito dinheiro e subornaram os soldados para que dissessem ao povo que os Seus discípulos haviam furtado o cadáver, enquanto os guardas dormiam (Mateus  28:12-13). Mas, pense comigo: Se os guardas estavam dormindo, como podem afirmar que viram os discípulos roubar o corpo? Quem está dormindo não pode ver nada. E, se viram, por que não impediram que o corpo fosse roubado, já que estavam ali para isso? Bastaria um simples grito e os discípulos, medrosos que eram, largariam o cadáver e sairiam correndo. Como você vê, esta versão não pode subsistir em juízo.


Mas, nos dias de hoje, não é diferente: a Sociedade Torre de Vigia investe milhões e milhões de dólares para distribuir em todo o mundo literaturas e livros que afirmam que Jesus ressuscitou apenas “em espírito” e que o seu cadáver foi retirado da sepultura pelo próprio Jeová. Também ensinam que Jesus usou outro corpo para se apresentar aos discípulos e, assim, dar a entender que havia ressuscitado em carne (do Livro “Poderá Viver para Sempre no Paraíso na Terra”, Ed. Sociedade Torre de Vigia). Tiragem da primeira edição só para o Brasil: cinco milhões de exemplares!


Portanto, segundo essa nova versão, largamente difundida pelas “testemunhas”, não foram os discípulos e, sim, Jeová que furtou o cadáver do Senhor. E o próprio Jesus seria um grande embusteiro, pois afirmou que era “Ele mesmo”, quando, então, não seria. O que você acha?


Quanto aos que dizem que Jesus não morreu na cruz, mas só desmaiou (conforme ensina o Alcorão), tendo acordado na sepultura e saído dali sozinho, você acha que uma pessoa que passou pelos espancamentos, açoites, torturas e ainda a crucificação, tendo perdido muito sangue, com os pés e o corpo inchado, teria condições de empurrar a pedra na entrada do sepulcro e sair andando dali? Qualquer pessoa com tais ferimentos, se não tivesse morrido, teria de ficar numa UTI durante um bom tempo, sob cuidados médicos! Esta versão, portanto, é descabida e não resiste ao mais elementar raciocínio.


O Apóstolo Paulo, que já naquela época tinha de combater essas versões, escreveu: “E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé. E assim somos também considerados como falsas testemunhas de Deus, pois testificamos de Deus, que ressuscitou a Cristo, ao qual, porém, não ressuscitou... E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E também os que dormiram em Cristo estão perdidos” (I Coríntios 15:14-18). Estariam perdidos porque “se Cristo não ressuscitou” não poderia ter sido o salvador de Si mesmo, quanto mais de um único pecador.

O diabo sabe disso e é por este motivo que a Ressurreição de Cristo é tão combatida: “Se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados” (v.: 17). É óbvio que quem permanece nos pecados não pode ser salvo. Se o diabo conseguir fazer com que as pessoas não acreditem na Sua ressurreição, sabe que perderão a Única chance possível de Salvação.

Paulo continua: “Mas, agora, Cristo ressuscitou dos mortos e foi feito as primícias dos que dormem. Porque, assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por Um Homem. Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo” (I Co 15:14-22).

O inferno investe muito dinheiro para que não creiam no Único Nome capaz de dar Vida Eterna à Humanidade: “E que em seu Nome se pregasse o arrependimento para remissão dos pecados, a todas as nações.”. Não há, entre todas as Nações, outro Nome que produz perdão dos pecados e Salvação, simplesmente porque ninguém mais viveu neste Mundo sem pecado, morreu pelos transgressores e ressuscitou vitorioso! Ele é o Único que venceu a Morte e está vivo pelos séculos dos séculos. Por isso, pode garantir a Vida Eterna a todos os que Nele creem!

Jesus ainda não voltou, mas está às portas. Sua volta se dará em duas fases: primeiramente em oculto para o mundo, quando somente os salvos serão arrebatados do planeta. E depois, Ele virá de modo visível para a toda a Humanidade, quando os arrebatados voltarão com Ele e “todo olho O verá, até os mesmos que O traspassaram.” (Mateus 24:30, Ap 1:7).


Esta informação indica que o mesmo Jesus, que morreu e ressuscitou em carne e ossos, o mesmo que subiu aos céus, voltará pessoalmente. Suas marcas na carne serão exibidas aos judeus, que se converterão a Ele. A profecia de Zacarias diz: “E sobre a casa de Davi e sobre os habitantes de Jerusalém derramarei o Espírito de graça e de súplica; e olharão para mim, a quem transpassaram; e o prantearão como quem pranteia por um unigênito; e chorarão amargamente por ele, como se chora amargamente pelo primogênito... E, se alguém lhe disser: Que feridas são estas nas tuas mãos?, dirá ele: São as feridas com que fui ferido em casa de meus amigos”. (Zacarias 12:10, 13:6)


Você, que chegou ao conhecimento da Verdade e quer ser salvo, procure uma comunidade verdadeiramente cristã, onde se ensina que Jesus ressuscitou em carne e ossos (Lucas 24:39), e que Ele é Deus (Apocalipse 1:8). Procure uma comunidade cristã que não faça comércio (Marcos 11:15)
e nem explore a fé das pessoas (Mateus 7:21-23) e batize-se nas águas por imersão, em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo (Mateus 28:19). Tome a Santa Ceia até Ele voltar (I Coríntios 11:26) e persevere “até o fim” porque, Aquele que vai arrebatar os Seus escolhidos nos quatro cantos da Terra e voltar pessoalmente para governar este planeta por mil anos, disse:

“Quem perseverar até o fim, será salvo.” (Mateus 24:13).



Fontes.
Fontes.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

“Está Consumado” .






Jesus disse: “O Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” Mateus 20 : 28.

Ele veio
para dar a Sua vida, para morrer, e Sua morte resultaria em salvação para aqueles que acreditam. Jesus morreu por cada um de nós, “porque todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus” Romanos 3 : 23. 


Não há exceções.

Jesus veio para nos salvar da culpa e do poder de nossos pecados. Ele veio para nos reconciliar com Deus e fazer-nos santos. “Para o aperfeiçoamento dos santos para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo”

Efésios 4 : 12.

Jesus morreu para nos redimir e resgatar-nos. Ele morreu para nos transformar das trevas à luz, e do poder de Satanás a Deus, para que pudéssemos receber o perdão pelos pecados e herança entre os que são santificados pela fé em Jesus Cristo.
Atos 26 : 18.


Ele morreu para nos salvar. “Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele”
 
João 3:17.

Ele é o Cordeiro de Deus que foi imolado como propiciação pelos nossos pecados.

A Bíblia nos ensina que Jesus derramou Seu sangue uma vez, para nunca mais ser repetido.

As últimas palavras de Nosso Salvador na cruz foram:


... “Está consumado” ...

Porque Ele tinha cumprido o que o Pai O havia enviado a fazer.

O sangue de Jesus tem aperfeiçoado para sempre os que são santificados pela fé Nele. A Bíblia deixa claro que o precioso sangue de Jesus foi derramado uma vez por todos.
  • Hebreus 7 : 26 - 27 diz: “Porque nos convinha tal sumo sacerdote, santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores, e feito mais sublime que os céus; que não necessita, como os sumos sacerdotes, de oferecer cada dia sacrifícios, primeiramente por seus próprios pecados, e depois pelos do povo; porque isto fez ele, uma vez por todas, quando se ofereceu a si mesmo.


  • Hebreus 9 : 28 “Assim também Cristo foi oferecido uma vez para levar os pecados de muitos.
  • Hebreus 10 : 10 “Por que temos sido santificados pela oferta do corpo de Jesus Cristo, feita uma vez para sempre.”
  • Hebreus 10 : 12 “Mas ele, havendo oferecido um único sacrifício pelos pecados, assentou-se para sempre à direita de Deus”
  • Hebreus 10 : 14 Pois com uma só oferta tem aperfeiçoado para sempre os que estão sendo santificados.”
Milhões de pessoas no mundo não realizam ou acreditam que: “Toda a Escritura é inspirada por Deus, e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça”
2 Timóteo 3 : 16.

E que há apenas:
“um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, que deu a si mesmo em resgate por todos . . . 1 Timóteo 2 : 5 - 6.
Assim como Jesus repreendeu os escribas e os fariseus em Mateus 23 : 15, quando Ele disse: “Ai de vocês, professores da lei e fariseus, hipócritas! Digo isto pois vocês fazem longas viagens e atravessam mar e terra com o propósito de converter uma pessoa à religião de vocês e, quando conseguem, tornam essa pessoa duas vezes mais merecedora do inferno do que vocês mesmos”.

Se Jesus estivesse na terra hoje, Ele também iria repreender muitas falsas religiões e seus dogmas feitos pelo homem, como Ele fez naqueles tempos.
Jesus disse: “Tenham cuidado com os falsos profetas (professores, padres, sacerdotes, líderes religiosos), que se aproximam de vocês disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos selvagens.”
Mateus 7 : 15.

O sacrifício de Jesus Cristo ocorreu UMA VEZ, e não repetidas vezes como é ensinado pela instituição católica, onde o padre supostamente sacrifica o Senhor Jesus Cristo no altar cada vez que os “elementos eucarísticos” são “abençoados” pelo padre e presumidamente se tornam o corpo e o sangue de Cristo, mantendo apenas as aparências do pão e do vinho.

A Igreja Católica Romana ensina em seu dogma oficial que o Senhor Jesus Cristo realmente deixa o seu trono nos céus sob o comando do padre católico romano, a fim de entrar na “eucaristia” e “vinho”, a fim de ser sacrificado repetidas vezes no altar da igreja.

Os católicos dizem e acreditam que a hóstia
torna-se realmente o corpo do Senhor e o vinho torna-se realmente o sangue do Senhor. Eles chamam esta heresia “transubstanciação.” Depois que o sacerdote romano realiza esta blasfêmia, ele então dá esta hóstia aos católicos para comer. Isto é como os católicos supostamente, “recebem” Cristo.
Não há mais nada que Satanás gosta de ver do que Jesus ainda na cruz, derrotado e sacrificado de novo e de novo como é feito no altar da igreja católica. No entanto, Jesus derrotou o diabo e libertou os crentes dele e do castigo do inferno que o diabo tinha trazido sobre todos. Jesus vive, Ele ressuscitou, subiu aos céus e está sentado à mão direita de Deus Pai, onde Ele intercede por nós. Romanos 8 : 24.


... A Cruz está vazia ...
O inferno é um lugar preparado para o diabo e seus anjos, mas aqueles que não aceitam Jesus como seu Senhor e Salvador e aqueles que ensinam essas doutrinas heréticas vão passar sua eternidade no lago de fogo. Infelizmente, aqueles que acreditam nessas heresias terão o mesmo destino, porque eles estão perdidos e cegos pelas mentiras de Satanás.
Leia a Bíblia e se familiarizem com as Escrituras de modo que ninguém pode te enganar. Peça ao Espírito Santo em oração para te iluminar e orientar enquanto você lê a Palavra de Deus e Ele o fará. Para saber se você está lendo uma versão inspirada por Deus de uma espiada nos Dez Mandamentos em Êxodo 20:1-7.


Se os
dois (2) primeiros mandamentos não lêem, conforme listado abaixo é uma versão da Bíblia alterada pelo homem e você deve buscar uma que é inspirada por Deus, onde se lê:


1
Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: 2 “Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da escravidão.
1. 3 “Você não terá outros deuses diante de mim.
2. 4 “Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima nos céus, ou embaixo na terra ou nas águas debaixo da terra.


5
Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam

6
e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos.
Êxodo 20 : 1 - 6.

Há muitas pessoas boas e honestas mas mal informadas neste mundo, que confiam em seus líderes religiosos e seus sacerdotes. No entanto, se você não verifica a Palavra de Deus por si mesmo você pode estar em grave perigo de ser enganado.

Nós não sabemos o dia nem a hora em que Jesus retornará para sua igreja (que são os crentes nascidos de novo -
Jesus respondeu: Digo-lhe a verdade: Se uma pessoa não nascer de novo, ela não pode fazer parte do reino de Deus.” - João 3 : 3).


Nós também não
sabemos o dia nem a hora do nosso último suspiro, então cuidado com o seu destino. Será que vai ser uma eternidade com o Senhor ou uma eternidade longe Dele no lago de fogo? A escolha é sua.
Jesus disse: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém pode chegar até o Pai se não for por mim.” João 14 : 6.
Ele também disse:

- Nem todo o que me diz: “Senhor, Senhor” entrará no reino do céu, mas somente aquele que faz a vontade de meu Pai que está no céu!

Quando aquele Dia chegar, muitas pessoas me dirão:
 - “Senhor, Senhor! Não foi em seu nome que nós profetizamos? Também não foi em seu nome que expulsamos demônios? Não foi em seu nome, ainda, que fizemos muitos milagres?”


Eu, porém, lhes direi abertamente:
 - “Eu nunca os conheci! Afastem-se de mim, seus malfeitores!”

Mateus 7 : 21 - 23.


Um Julgamento Impiedoso, Injusto e Corrupto.




Uma Farsa Religiosa: o Julgamento de Jesus.

“Naquela ocasião os chefes dos sacerdotes e os líderes religiosos do povo se reuniram no palácio do sumo sacerdote, cujo nome era Caifás,  e juntos planejaram prender Jesus à traição e matá-lo.  Mas diziam: “Não durante a festa, para que não haja tumulto entre o povo.” 
Mateus 26 : 3 - 5.


A detenção, julgamento, condenação, sentença e execução de Jesus Cristo foi e ainda é sem precedente legal. Ele sofreu a penalidade da morte apesar que Pôncio Pilatos – a autoridade romana máxima e local – o considerou inocente.


O Messias realmente foi submetido a dois julgamentos cada um com três fases ...

Primeiro veio o julgamento religioso, onde a acusação era de blasfêmia, em seguida, veio o processo civil em que a acusação era o incitamento à rebelião.


Jesus foi julgado perante um tribunal injusto, com um processo judicial apressado, que termina em uma punição severa, um julgamento não autorizado realizado por indivíduos que tomaram a lei em suas próprias mãos. Estes líderes são considerados corruptos e sem respeito a lei.

Este julgamento foi precedido por uma conspiração:

“Então os principais sacerdotes e os anciãos do povo se reuniram no pátio da casa do sumo sacerdote, o qual se chamava Caifás; e deliberaram como prender Jesus a traição, e o matar. Mas diziam: Não durante a festa, para que não haja tumulto entre o povo.” 
Mateus 26 : 3 - 5. 

A conspiração incluiu os fariseus, os anciãos do povo, os saduceus e os sumo sacerdotes.

Haviam dois grupos opostos e havia uma grande amargura entre eles. Mas eles tinham uma coisa em comum; animosidade para com as reivindicações do Messias. Enquanto Jesus mantinha a Lei de Moisés, Ele se recusou a defender as tradições de ambos os fariseus ou os saduceus. Esta foi a razão pela qual Ele foi odiado por ambos os grupos. Esse ódio deu origem a uma conspiração contra o Messias, que foi liderada por Caifás, o sumo sacerdote. O plano era de apreender
Jesus em segredo, longe da atenção das massas, e matá-lo antes que as pessoas se dessem conta do que havia acontecido ...

Mateus 26:14-16, Marcos 14:11 e Lucas 22:5 claramente declaram que os conspiradores estavam contentes quando Judas ofereceu a oportunidade de apreender Jesus. Eles rapidamente fizeram uma promessa para pagá-lo por seus serviços. O valor acordado foi de trinta moedas de prata. Judas foi pago pelo “templo” dinheiro que havia sido designado para a compra de sacrifícios. Os conspiradores nem realizaram que eles estavam realmente comprando um sacrifício com o dinheiro do templo, porque quando o Messias morreu, Ele morreu como sacrifício pelo pecado de todas as pessoas.
As trinta moedas de prata tinham significado adicional. De acordo com Êxodo 21 : 32 “Se o boi chifrar um escravo homem ou mulher, o proprietário deve pagar trinta moedas de prata ao dono do escravo. . . “  Assim, os líderes de Israel compararam o ministério do Messias como sendo do valor de um escravo. Mas, ao mesmo tempo, desconhecido para eles, estes líderes estavam cumprindo uma profecia do Antigo Testamento. Zacarias 11:12 claramente afirma que seu preço seria de trinta moedas de prata. Leia Zacarias 11:12-13.
No tempo do Messias, o judaísmo tinha desenvolvido muitas leis que controlavam todas as facetas da vida judaica, que nas Escrituras é referido como a tradição dos anciãos.
Marcos 7 : 3 - 4.

Dentro deste corpo maciço de lei haviam os mandamentos que lidavam com a maneira pela qual o Sinédrio deveria conduzir um julgamento.
A principal coisa que os fariseus e saduceus tinham contra o Messias foi Sua recusa em aceitar as Tradições dos mesmos como sendo oficiais e obrigatórias. No entanto, eles mesmos eram culpados da mesma coisa pela qual eles condenaram o Messias. Na tentativa de um processo judicial apressado e morte rápida do Messias através de um tribunal injusto, eles violaram uma série
de suas próprias leis.

As vinte e duas leis do Sinédrio, que foram violadas no julgamento do Messias são os seguintes:
  1. Não deveria haver nenhuma apreenção por autoridades religiosas que foi afetada por suborno: “Também não aceitarás suborno, porque a suborno cega os que têm vista, e perverte as palavras dos justos.”
    Êxodo 23 : 8.
  2. Não deveria haver nenhum procedimento criminal depois do pôr-do-sol. ((“Deixe um crime capital ser julgado durante o dia, mas suspendê-lo durante a noite.”
    (Mishna = a lei oral, Sanhedrin 4 : 1)).
  3. Nem juízes ou membros do Sinédrio eram autorizados a participar na detenção. “Depois, Jesus disse aos líderes dos sacerdotes, aos chefes dos guardas do templo e aos anciãos que tinham ido prendê-lo: Por que vocês vieram com espadas e cacetes para me prender, como se eu fosse um ladrão?”
    Lucas 22 : 52.
  4. Não deveria haver julgamentos antes do sacrifício da manhã.
  5. Não deveria haver julgamentos secretos, só públicos.
  6. O Julgamento pelo Sinédrio só podia ser realizado no Salão de Julgamento no recinto
    do Templo.
  7. O procedimento era para ser primeiro de defesa e depois da acusação.
  8. Todos podem argumentar em favor da absolvição, mas todos não podem argumentar
    em favor da condenação.
  9. Devia haver duas ou três testemunhas e seu depoimento tinha de concordar em todos os detalhes: Deuteronômio 19 : 15.
  10. Não deveria haver nenhuma indução para o acusado depor contra si mesmo.
  11. Ao Sumo Sacerdote era proibido rasgar a sua vestidura Levítico 21 : 10.
  12. As acusações não poderiam originar com os juízes. Eles só podiam investigar acusações trazidas para eles.
  13. A acusação de blasfêmia era válida somente se o nome de Deus em si foi pronunciado.
  14. Uma pessoa não poderia ser condenado somente baseada em suas próprias palavras.
  15. O veredicto não poderia ser anunciado durante a noite, só durante o dia.
  16. No caso da punião, o julgamento e o veredicto de culpabilidade não poderiam ocorrer ao mesmo tempo, mas deveriam ser separados pelo menos por 24 horas.
  17. Votando a favor da pena de morte tinha que ser feito por contagem individual iníciando com o mais novo assim que o jovem não seria influenciada pelos anciãos.
  18. A decisão unânime de culpa demonstra inocência, já que é impossível para 71 homens estarem de acordo, sem ter conspirado.
  19. A sentença só poderia ser pronunciado três dias após o veredicto de culpa.
  20. Uma pessoa condenada à morte não poderia ser batida ou açoitada previamente.
  21. Os juízes deviam ser humanos e gentis.
  22. Nenhum julgamento era permitido na véspera do sábado ou num dia de festa. (A Mishna = lei oral diz: “Eles não julgarão, na véspera do sábado, nem em qualquer festividade.”)

    Corrupção Religiosa e Política X a Verdade.
    Um Julgamento Cruel.

O Jejum que Agrada a Deus.





Isaías 58.

1 Clama em alta voz, não te detenhas, levanta a tua voz como a trombeta e anuncia ao meu povo a sua transgressão, e à casa de Jacó os seus pecados.
 
2 Todavia me procuram cada dia, tomam prazer em saber os meus caminhos, como um povo que pratica justiça, e não deixa o direito do seu Deus; perguntam-me pelos direitos da justiça, e têm prazer em se chegarem a Deus,

3
Dizendo: Por que jejuamos nós, e tu não atentas para isso? Por que afligimos as nossas almas, e tu não o sabes? Eis que no dia em que jejuais achais o vosso próprio contentamento, e requereis todo o vosso trabalho.
 
4 Eis que para contendas e debates jejuais, e para ferirdes com punho iníquo; não jejueis como hoje, para fazer ouvir a vossa voz no alto.
 
5 Seria este o jejum que eu escolheria, que o homem um dia aflija a sua alma, que incline a sua cabeça como o junco, e estenda debaixo de si saco e cinza? Chamarias tu a isto jejum e dia aprazível ao Senhor?
 
6 Porventura não é este o jejum que escolhi, que soltes as ligaduras da impiedade, que desfaças as ataduras do jugo e que deixes livres os oprimidos, e despedaces todo o jugo?
 
7 Porventura não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres abandonados; e, quando vires o nu, o cubras, e não te escondas da tua carne?

8
Então romperá a tua luz como a alva, e a tua cura apressadamente brotará, e a tua justiça irá adiante de ti, e a glória do Senhor será a tua retaguarda.

9
Então clamarás, e o Senhor te responderá; gritarás, e ele dirá: Eis-me aqui. Se tirares do meio de ti o jugo, o estender do dedo, e o falar iniquamente;

10
E se abrires a tua alma ao faminto, e fartares a alma aflita; então a tua luz nascerá nas trevas, e a tua escuridão será como o meio-dia.

11
E o Senhor te guiará continuamente, e fartará a tua alma em lugares áridos, e fortificará os teus ossos; e serás como um jardim regado, e como um manancial, cujas águas nunca faltam.

12
E os que de ti procederem edificarão as antigas ruínas; e levantarás os fundamentos de geração em geração; e chamar-te-ão reparador das roturas, e restaurador de veredas para morar.

13
Se desviares o teu pé do sábado, de fazeres a tua vontade no meu santo dia, e chamares ao sábado deleitoso, e o santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, nem pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falares as tuas próprias palavras,

14
Então te deleitarás no Senhor, e te farei cavalgar sobre as alturas da terra, e te sustentarei com a herança de teu pai Jacó; porque a boca do Senhor o disse.

terça-feira, 1 de abril de 2014

Dia da mentira.





Dia da mentira.



Também conhecido como "dia dos tolos" nos países de línguas inglesas.

As pessoas dizem que no dia 1° de Abril, podem mentir que não é pecado(tolo engano).

Quantas pessoas não foram: Enganadas,envergonhadas por pregarem peças maldosas e dizem que já ouve pessoas que já morreram por causa deste dia. O espantoso é que no calendário não tem um dia para se comemorar o dia da verdade.

E MUITOS CRISTÃO TEM ATÉ COMEMORADO ESTE DIA, COM SUAS MENTIRINHAS...


Na realidade quem colocou esta comemoração nos corações das pessoas foi o próprio diabo
(o pai da mentira - Jo 8 : 44).

Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira.

João 8:44


Todos os dias foram criados por DEUS, O PAI DA VERDADE ! O dia da mentira é de origem diabólica. CUIDADO,CRISTÃOS PARA NÃO CAIR NESTA ARMADILHAS. "

"Não vos enganeis: Deus não se deixa escarnecer.

Tudo que o homem semear, isto também ceifará Gálatas 6 : 7."